Aquele abraço no carro depois da nossa última apresentação, teve um significado maior do que todas as merdas de peças que vou morrer tentando escrever. E ele foi só nosso, longe do público, porque de uma certa forma a gente vinha guardando nos braços há anos esse sentimento de estarmos vivendo uma grande parcela do sonho de duas vidas. Eu não vou parar. Eu vou teimar mais. Eu vou continuar com a TERRA, o Bioma, e principalmente, perto do meu irmão que por pura burrice, eu deixei de estar junto por um grande e errado tempo.
Eduardo Ruiz
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Platéia Lotada
Bem, nossa primeira temporada aqui em São Paulo deixou ontem, dia 24 de maio de 2009, muitas coisas no ar do querido Viga Espaço Cênico. Muitas lágrimas em quem foi nos ver, muitos abraços de quem voltou, muito sushi dos amores com quem seguimos depois e muita de saudade de nosso talco. Deixou também lágrimas em quem há muito se esforça por manter viva essa coisa estranha que é o teatro.
Depois de mais de um ano de trabalho, especulações, dores de cabeça, dores nas costas, enjoos, soluços e prazeres nos olhos e na garganta, abracei o Dú no carro e vimos, juntos, um ano de nossas vidas. Um ano cercado de flores como a Lavínia, como o Bruno, a Larissa, o Márcio Vinícius, Márcio Araújo... Flores que nos deram a oportunidade de realizar um sonho de infância: fazer teatro e emocionar as pessoas.
Digo infância porque quando agente começou a fazer teatro, nenhum dos dois tinha, de verdade, noção alguma do trabalho que seria trazer público, conseguir dinheiro, vencer os desprazeres de viver num mundo, às vezes, tão mesquinho de sonho, tão fútil na hipocrisia que veste, tão insosso nos seus ideais “bacanas”, tão fustigado de terra a se chorar, sozinho em seu espaço vasto e vazio por entre as estrelas.
Temos visto pessoas saírem chorando de nossa peça a ponto de não conseguirem falar depois. E quando conseguem, logo começam a brotar de seus olhinhos o fruto de sermos Humanos! E acho que essa é nossa “missão” nesse trabalho. Não gosto nada dessa palavra, porque dela deriva messiânico, e não somos pregadores... Mas missão também significa o desempenho de um dever, e disso sim, me sinto responsável porque essa é minha profissão, meu ofício, meu trabalho!
Não acredito, de modo algum, que o teatro deva viver sob a sombra de alguma ideologia. Na verdade, acho esse papo um saco! Mas me sinto extremamente responsável pelo público que nos entrega algumas horas de seu preciso tempo pra ouvir, cheirar, prestar atenção nos outros... Ações simples e raras hoje em dia, ações que nos fazer lembrar que, de fato, o tempo é precioso. Precioso não por vivermos numa grande metrópole, cheia de informações e etc e etc... Por isso também, mas sobretudo, porque vivemos no mundo agora, e a despeito de nossas outras milhares de encarnações, é nessa aqui que estamos vivendo agora, e nada mais! E ela passa, como uma temporada num teatro.
Podemos fazer o espetáculo para nós, apenas, e já seria lindo! Mas algo me diz que, quando alguém pára e olha pelo buraquinho da fechadura daquela casa, cheia de terra e poeira, vê através de nós, as coisas que deixou pra trás. E isso trás de volta a chance de vivermos o agora e não as encarnações que ainda virão. Nos tira a reboque de nossa incrível solidão do não cheirar, do não sorrir, do não falar... Nos tira da opressão de um teatro vazio e nos coloca no centro da ação do viver com outros: o aqui e agora dessa nossa temporada que não terminará nunca...
São Paulo, 25 de Maio de 2009
Gustavo Sol
Bem, nossa primeira temporada aqui em São Paulo deixou ontem, dia 24 de maio de 2009, muitas coisas no ar do querido Viga Espaço Cênico. Muitas lágrimas em quem foi nos ver, muitos abraços de quem voltou, muito sushi dos amores com quem seguimos depois e muita de saudade de nosso talco. Deixou também lágrimas em quem há muito se esforça por manter viva essa coisa estranha que é o teatro.
Depois de mais de um ano de trabalho, especulações, dores de cabeça, dores nas costas, enjoos, soluços e prazeres nos olhos e na garganta, abracei o Dú no carro e vimos, juntos, um ano de nossas vidas. Um ano cercado de flores como a Lavínia, como o Bruno, a Larissa, o Márcio Vinícius, Márcio Araújo... Flores que nos deram a oportunidade de realizar um sonho de infância: fazer teatro e emocionar as pessoas.
Digo infância porque quando agente começou a fazer teatro, nenhum dos dois tinha, de verdade, noção alguma do trabalho que seria trazer público, conseguir dinheiro, vencer os desprazeres de viver num mundo, às vezes, tão mesquinho de sonho, tão fútil na hipocrisia que veste, tão insosso nos seus ideais “bacanas”, tão fustigado de terra a se chorar, sozinho em seu espaço vasto e vazio por entre as estrelas.
Temos visto pessoas saírem chorando de nossa peça a ponto de não conseguirem falar depois. E quando conseguem, logo começam a brotar de seus olhinhos o fruto de sermos Humanos! E acho que essa é nossa “missão” nesse trabalho. Não gosto nada dessa palavra, porque dela deriva messiânico, e não somos pregadores... Mas missão também significa o desempenho de um dever, e disso sim, me sinto responsável porque essa é minha profissão, meu ofício, meu trabalho!
Não acredito, de modo algum, que o teatro deva viver sob a sombra de alguma ideologia. Na verdade, acho esse papo um saco! Mas me sinto extremamente responsável pelo público que nos entrega algumas horas de seu preciso tempo pra ouvir, cheirar, prestar atenção nos outros... Ações simples e raras hoje em dia, ações que nos fazer lembrar que, de fato, o tempo é precioso. Precioso não por vivermos numa grande metrópole, cheia de informações e etc e etc... Por isso também, mas sobretudo, porque vivemos no mundo agora, e a despeito de nossas outras milhares de encarnações, é nessa aqui que estamos vivendo agora, e nada mais! E ela passa, como uma temporada num teatro.
Podemos fazer o espetáculo para nós, apenas, e já seria lindo! Mas algo me diz que, quando alguém pára e olha pelo buraquinho da fechadura daquela casa, cheia de terra e poeira, vê através de nós, as coisas que deixou pra trás. E isso trás de volta a chance de vivermos o agora e não as encarnações que ainda virão. Nos tira a reboque de nossa incrível solidão do não cheirar, do não sorrir, do não falar... Nos tira da opressão de um teatro vazio e nos coloca no centro da ação do viver com outros: o aqui e agora dessa nossa temporada que não terminará nunca...
São Paulo, 25 de Maio de 2009
Gustavo Sol
domingo, 10 de maio de 2009
Final de Temporada no Espaço Viga
FINAL DE TEMPORADA!!!!!!!
Quem não viu nossa preciosa peça, ainda tem tempo de se planejar pra ver! E quem já viu e quer ver de novo, sabe que vale a pena! Apesar desse joguinho sujo de palavras, esperamos você por lá! Até 24 de maio, no Viga Espaço Cênico.
bjs
Gustavo Sol
quarta-feira, 15 de abril de 2009

Bruno Elisabetsky
Violonista e compositor, Bruno Elisabetsky vem trabalhando na cena cultural paulistana em diversos ambientes, desde a musica instrumental, principalmente o choro e o samba, até trabalhos autorais vinculados ao cinema e ao teatro. No momento desenvolve projeto relacionado ao choro cançao, música original para o filme “Casamento Brasileiro”, além da atuação em “Choravamos terra ontem à noite”.
Formado em violao popular na FASM, aperfeiçou-se em música para cinema em Israel, onde fez parte como violonista do “Chorico”, primeiro grupo israelense dedicado exclusivamente ao genero no país e foi finalista do concurso do festival de canção “Shir Rimon”, defendendo junto a cantora Ella Gritzman a canção Seletz Tamar. Na Espanha concluiu pós graduação em música eletroacústica na, ESMUC, país no qual também atuou como violonista junto a cantora Camila Brasiliano, no duo “Floridablanca”.
No momento desenvolve trilha Sonora original junto a diretora Lavinia Panunzio para o espetáculo “Choravamos terra ontem à noite”, além de música original para o filme “Casamento Brasileiro”, com direção de Fauzi Mansur, com estréia prevista para o segundo semestre de 2009.
Violonista e compositor, Bruno Elisabetsky vem trabalhando na cena cultural paulistana em diversos ambientes, desde a musica instrumental, principalmente o choro e o samba, até trabalhos autorais vinculados ao cinema e ao teatro. No momento desenvolve projeto relacionado ao choro cançao, música original para o filme “Casamento Brasileiro”, além da atuação em “Choravamos terra ontem à noite”.
Formado em violao popular na FASM, aperfeiçou-se em música para cinema em Israel, onde fez parte como violonista do “Chorico”, primeiro grupo israelense dedicado exclusivamente ao genero no país e foi finalista do concurso do festival de canção “Shir Rimon”, defendendo junto a cantora Ella Gritzman a canção Seletz Tamar. Na Espanha concluiu pós graduação em música eletroacústica na, ESMUC, país no qual também atuou como violonista junto a cantora Camila Brasiliano, no duo “Floridablanca”.
No momento desenvolve trilha Sonora original junto a diretora Lavinia Panunzio para o espetáculo “Choravamos terra ontem à noite”, além de música original para o filme “Casamento Brasileiro”, com direção de Fauzi Mansur, com estréia prevista para o segundo semestre de 2009.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp – 1996-2000
DRT: 22360/SP
Mestrado em Comunicação e Semiótica pala PUC/SP: “ESTADOS ALTERADOS DE CONSCIÊNCIA EM ARTEMÍDIA: O PAPEL DO CORPO NO TRABALHO DO ATOR” - ORIENTAÇÃO PROF. DRA. HELENA KATZ, 2006
ATIVIDADES PROFISSIONAL
Interpretação teatral
2008
CHORÁVAMOS TERRA ONTEM À NOITE, de Eduardo Ruiz, direção de Lavínia Pannunzio – em produção.
2004
O QUARTO DO TEMPO, dramaturgia de Ruy Filho, direção Artística de Lígia Tourinho. Grupo Carranca. UNICAMP.
2002
Sintomas. Grupo Bugrov. Texto e direção de Ruy Filho. São Paulo.
2000
VERSUS UNO, de Gustavo Sol, direção Eusébio Lobo. Departamento de Artes Cênicas, UNICAMP.
* Festival Internacional de Santiago de Compostella y Lugo, Espanha:
· espetáculo e oficina ministrada;
* escola superior de música e artes do espetáculo, Portugal:
· apresentação e oficina ministrada.
1999
KARUTANA, Confraria da Dança. Campinas;
1997
CORcontemPOS, Grupo Carranca. Direção Luis Monteiro JR
* 2 indicações - Festival SESC Curta Dança, Sorocaba, SP:
· Melhor Ator (Gustavo Sol)
· Melhor Atriz (Aldiane Camargo)
Atenção! Atenção! Poesias de B. Brecht. Direção e Adaptação de Fernando Aleixo.
1995
O ANÚNCIO, de Cássio Pires. Ribeirão Preto;
O PAGADOR DE PROMESSAS, de Dias Gomes, adaptação e direção, Élcio Bueno. Ribeirão Preto;
UM PEQUENINO GRÃO DE AREIA, direção de Helena Bueno. Ribeirão Preto;
1994
GOTA D´ÁGUA, de Chico Buarque e Paulo Pontes. Adaptação e Direção Élcio Bueno. Ribeirão Preto.
* Prêmio no Festival Estadual de Teatro de Tatuí:
· Melhor Ator do Estado de São Paulo (Gustavo Sol)
·
PLUFT, O FANTASMINHA CAMARADA, de Maria Clara Machado. Direção de Élcio Bueno. Ribeirão Preto;
1993
O AUTO DA COMPADECIDA, de Ariano Suassuna. Adaptação e Direção de Élcio Bueno. Ribeirão Preto;
* 2 Prêmios no Festival Estadual de Teatro de Tatuí:
· Ator Revelação do Estado de São Paulo (Gustavo Sol)
· Identificação Popular – Prêmio Especial do Júri - Dupla João Grilo e Chicó - (Gustavo Sol Rogério Souza)
1992
AÇÚCAR AMARGO, romance de Luiz Puntel. Adaptação e Direção de Élcio Bueno. Ribeirão Preto;
Cinema
2008
POPÓKAS, de Pedro Carvalho – USP (curta);
2007
DOSE ÚNICA, de Rogério Shareid. Ribeirão Preto (curta);
A LA CARTE, de Rafael Frazão. São Carlos (curta);
2006
NANOAVENTURA, vídeo institucional - Campinas, SP;
Direção Teatral
FUNDADOR E COORDENADOR GERAL DO GRUPO INTERDISCIPLINAR DE PRODUÇÃO E PESQUISA EM ARTES – CARRANCA. UNICAMP. 1995 – 2004
2004
Um Grito Parado no Ar, adaptação e direção cênica do texto de Gianfrancesco Guarnieri
* prêmios:
· Prêmio Especial do Júri: Produção Executiva (Sylla John, Gustavo Sol, Vinícius Machado e Piquerobi de Souza)
· MELHOR Direção (Gustavo Sol);
· MELHOR Cenário (Gustavo Sol e Sylla John);
· Melhor Espetáculo (Gustavo Sol);
· Atriz Coadjuvante (Morena Amancio)
* + 2 indicações:
· melhor ator (Filipe Nóbrega)
· melhor atriz (Jéssica Benatti)
A Semente, adaptação e direção cênica do texto de Gianfrancesco Guarnieri.
Articulações Ocultas – 1964. Ditadura Militar no Brasil. Direção Geral do Evento. Valinhos.
1995
120 Horas de Arte Experimental, Membro da equipe de Coordenação do evento, Ribeirão Preto, SP;
Participação em Eventos e Atividades Didáticas
2008
“Encuentro Internacional sobre Investigación de la Danza” CENIDI-Danza José Limón, Cidade do México, DF. Artigo apresentado: “Estados alterados de concsciência para o trabalho do performer”. Mesa Temática: “Nuevas tecnologias”.
III Semana de Rádio e TV “Criatividade e Produção Audiovisual”, Unesp, Bauru, SP. Palestra ministrada Palestra ministrada “Corposintético: uma recusa à consciência como mídia transparente”.
2007
UFRJ, Rio de Janeiro, RJ. Oficina no Departamento de Dança “Estados Alterados de Consciência”.
Semana do áudio Visual, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP. Workshop de Preparação de Atores.
2006
Faculdade de Artes Cênicas - Barão de Mauá, Ribeirão Preto, SP. Professor da disciplina “Interpretação I” – 2005 – 2006.
G.E.A. – Grupo de Estudos Avançados, Centro Universitário Barão de Mauá. Ribeirão Preto, SP. Coordenação do grupo de pesquisa.
“VI Feira do Livro”, Fundação Feira do Livro – Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, SP. Palestra ministrada “O Corpo como Estado Leitura”.
Eduardo RuizBacharel em Interpretação pela ECA-USP
DRT em andamento
CURSOS
Workshop com o grupo “The Living Theatre” - 1995
Workshop de dramaturgia com “The Royal Court” - 2005
Seminário de dramaturgia na escola “Wolf Maya” - 2006
Curso de interpretação para o cinema no “Estúdio Fátima Toledo” - 2006
ATIVIDADES PROFISSIONAIS
Dramaturgia teatral
2008
MAÇONARIA DO SILÊNCIO, direção Eduardo Ruiz – em produção;
2007
ALUCINOSE, direção, Eduardo Ruiz;
2006
QUERIDO PAI, assistência de dramaturgia da obra Carta ao Pai, de Franz Kafka, direção, Antônio Januzelli;
2003
EDUARDO II, direção, Marcelo Fonseca;
2002
A CASA ANTIGA, direção, Ruy Cortez;
2001
FIZ ÁGUA PARA LAVAR TEU ROSTO, direção, Eduardo Ruiz e Melani Halpern;
1999
OPHÉLIAS, Direção, Ruy Cortez
* Selecionado pela Mostra de Nova Dramaturgia do SESI.
Direção Teatral
2008
MAÇONARIA DO SILÊNCIO – em produção;
2007
ALUCINOSE, direção, Eduardo Ruiz;
2001
FIZ ÁGUA PARA LAVAR TEU ROSTO, direção, Eduardo Ruiz e Melani Halpern;
Compositor
2005
Parceria com a cantora Fernanda Porto nas canções Vilarejo Íntimo e Amor Errado, lançadas no Álbum Fernanda Porto, pela Trama Edições Limitada.
Interpretação Teatral
2006
QUERIDO PAI, da obra de Franz Kafka Carta ao pai;
1997
LEONCE E LENA;
1996
IMPROPTUS, de René de Obaldia ;
1995
O PAÍS DO SOL, de José Eduardo Vendramini;
1994
O CIPRIANO, de Cíntia Alves;
1993
FALA COMIGO DOCE COMO A CHUVA, de Tenesse Willians;
OS TRÊS MAL AMADOS, adaptação de poemas de João Cabral de Melo Neto;
1992
COMENTA-SE NA CAPITAL, de Machado de Assis;
AÇÚCAR AMARGO, de Luís Puntel
* Prêmio de Melhor Ator:
· Festival Estadual de Tatuí
O AUTO DA COMPADECIDA”, de Ariano Suassuna.
Lavínia PannunzioDRT 8515 fl.173 l.17
Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp – 1989 - 1992
ATIVIDADES PROFISSIONAIS
Direção Teatral
2008
CHORÁVAMOS TERRA ONTEM À NOITE, de Edu Ruiz – SÃO PAULO – em produção;
AGORA QUE ELE MORREU, de Duílio Ferronato – SÃO PAULO – em produção;
O RUFIÃO NAS ESCADAS, de Joe Orton – UBERLÂNDIA;
2007
QUANDO EU ERA CRIANÇA, de Duílio Ferronato – SÃO PAULO;
VELUDINHO, dramaturgia e direção Lavínia Pannunzio – UBERLÂNDIA;
2006
ERA UMA VEZ UM RIO, dramaturgia e direção Lavínia Pannunzio – SÃO PAULO
* PRÊMIO ESTÍMULO FLÁVIO RANGEL – SEC – SP – 2006
* 2 PRÊMIOS APCA – 2006:
· MELHOR ESPETÁCULO INFANTIL (Lavínia Pannunzio)
· MELHOR ATOR (Ando Camargo)
* 3 PRÊMIOS COCA-COLA/FEMSA – 2006:
· MELHOR ESPETÁCULO (Lavínia Pannunzio)
· MELHOR DIREÇÃO (Lavínia Pannunzio)
· MELHOR CENÁRIO (Márcio Vinícius)
* + 4 indicações:
· MELHOR TEXTO (Lavínia Pannunzio);
· MELHOR ATOR (Ando Camargo);
· MELHOR FIGURINO (Márcio Vinícius)
· MELHOR LUZ(Domingos Quintiliano)
2005
ERA UMA VEZ UM RIO, adaptação e direção Lavínia Pannunzio - UBERLÂNDIA;
Interpretação Teatral
2008
SOLTANDO AS CACHORRAS, direção de Ângela Barros – em produção;
2007
HOMEM SEM RUMO, de Arne Lygre, direção Roberto Alvim;
2006
AS MULHERES DA MINHA VIDA, de Neil Simon, direção Daniel Filho – PORTUGAL;
HISTÓRIAS DA HORA DA SESTA – PMSP – coordenadora – São Paulo;
ESPERANDO GODOT, de Samuel Beckett, direção Gabriel Villela;
2005
ALGUM LUGAR FORA DO MUNDO, de João Andreazzi (dança)
* PÊMIO APCA – 2005:
· MELHOR ESPETÁCULO DE DANÇA;
POST CARDS DE ATACAMA, de Mário Bortolotto;
CLAVÍCULAS, adaptação e direção Mário Bortolotto;
TANTO FAZ, adaptação e direção Mário Bortolotto;
DENTES GUARDADOS, adaptação e direção Mário Bortolotto;
MEDUSA DE RAYBAN, de Mário Bortolotto;
2004
O QUE RESTOU DO SAGRADO, de Mário Bortolloto;
JOÃO E CARLOTA, de Walcyr Carrasco, direção José Renato;
A VIDA É CHEIA DE SOM E FÚRIA, de Felipe Hirsch – PORTUGAL;
2003
TEMPORADA DE GRIPE, de Will Eno, direção Felipe Hirsch;
EM MEMÓRIA DO COMPANHEIRO GIGI DAMIANI, de Jandira Martins e Eliana Rocha;
2002
3, 2, 1, de Márcio Araújo;
WILD’STORIES, de Lavínia Pannunzio e Alexandre Stockler
* PRÊMIO PANAMCO – 2002:
· INDICAÇÃO para PROJETOS ESPECIAIS
...EM MOEDA CORRENTE DO PAÍS, de Abílio Pereira de Almeida, direção Silney Siqueira;
2001
ABAJUR LILÁS, de Plínio Marcos;
2000
BARTOLOMEU, QUE SERÁ QUE NELE DEU?, de Claudia Schapira, direção Georgete Fadel;
1999, 98, 97, 96, 95, 94, 93, 92, 91, 90
LINHA DE FUGA, texto e direção Alexandre Stockler, criação Lavínia Pannunzio e Alexandre Stockler; CACILDA!, de Zé Celso; 13 MOVIMENTOS OR... (IT’S UP TO YOU!), de Lavínia Pannunzio e Alexandre Stockler *Premiado na jornada SESC de teatro/98; UM HOMEM É UM HOMEM & O MENDIGO OU O CACHORRO MORTO, textos de Bertolt Brecht, direção Alexandre Stockler; PROMISQUIDADE, de Pedro Vicente, direção Márcia Abujamra e Nilton Bicudo *Indicação PRÊMIO MAMBEMBE DE MELHOR ATRIZ/97; AS PRISCILAS DE ELVIS, de Ana Ferreira, direção Washington Luis Gonzáles *Premiado na Jornada SESC de teatro/96; O MAMBEMBE, de Artur Azevedo, direção Gabriel Villela; ATOS E OMISSÕES, de Bosco Brasil *Indicação PRÊMIO MAMBEMBE DE ATRIZ COADJUVANTE/95;
BUDRO, de Bosco Brasil, direção Emílio di Biasi; UM LANCE DE DADOS, de Wagner Salazar; LIKE A ROLLING STONE, de Lavínia Pannunzio e Anderson do Lago Leite *Premiado na Jornada SESC de teatro/92;
1989, 88, 87, 86, 85, 84, 83, 80
O BARCO BÊBADO, de Iacov Hillel; IFIGÊNIA, de Wagner Salazar; A NOITE DE CABELOS COMO FLORES, textos de Tennessee Williams e August Strindberg, direção André Pink e Cristiane Paoli Quito *Premiado na jornada SESC de teatro/88; DEUS, de Wood Allen, direção Marcília do Rosário, Márcio Tadeu e Waterloo Gregório *Premiado na Jornada SESC de teatro/87; VALSA Nº 6, de Nelson Rodrigues; O DESPERTAR DA PRIMAVERA, de Frank Weddekind, direção Guilherme Abrahão; MORTE E VIDA SEVERINA, de João Cabral de Melo Neto, direção Narendranaht; NINGUÉM É DOIDO, OU ENTÃO, TODOS, Guimarães Rosa, direção Zeca Ligiero; O NOVIÇO, de Martins Pena, direção Umberto Tavares.
Cinema
2008, 05, 04, 01, 00, 92
O QUARTO, de Luna Grinberg e Dalila (curta); BOLEIROS 2, de Ugo Giorgetti (longa); TUDO QUE É SÓLIDO PODE DERRETER, de Rafael Gomes (curta); SEM DESPERDIÇAR NENHUMA GOTA, DESPEJEI MINH’ALMA ATÉ O FIM, adaptação de Lavínia Pannunzio do conto BELO HORIZONTE, de Reinaldo Moraes (curta); A ÚLTIMA TRINCHEIRA, roteiro de Lavínia Pannunzio, adaptação do livro homônimo de Fábio Pannunzio (longa); ZÉ AMARO E IRINEU, de Márcio Araújo (média); CAMA DE GATO, de Alexandre Stockler (longa); RETRATOS, de Fred Avellar (curta); CHATEAUBRIAND, CABEÇA DE PARAÍBA, de Marcos Marins (curta); TANTA ESTRELA POR AÍ, de Tadeu Knundsen (curta);
TV
2008, 05, 00, 99, 97, 96, 88
DANCE, DANCE, DANCE, BAND; COTIDIANO DE UM CASAL FELIZ, Clipe de Jay Vaquer, direção Esmir Filho; A HORA É AGORA!, de Márcio Araújo (novela institucional); 2 APÊS, TV USP/ TV CULTURA; SANDY E JR., TV Globo; AS AVENTURAS DA TIAZINHA, BAND; O DIREITO DE NASCER, SBT; CHIQUITITAS, SBT; AS PUPILAS DO SENHOR REITOR, SBT; EUREKA!, TV CULTURA.
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